quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Autora Josy Stoque concorre ao Prêmio Identidade Literária 2015 {Parceria}

Dia 24 de outubro a partir das 13 horas na Livraria Cultura Cine Vitória ocorre o 3º Identidade Literária. Além de sua presença, autora Josy Stoque estará concorrendo às duas premiações - prêmio de autor 2015 e prêmio de obra 2015, com o livro Puro Êxtase.  

"O Identidade Literária surgiu do sonho de pessoas com uma necessidade pungente de fazer um algo mais pela literatura nacional, mas que não fosse apenas um evento de apresentação de autores. A nova safra de talentos literários cresce a cada dia e exige um olhar carinhoso e empreendedor. Nesse sentido, esse grupo tende a ser cíclico, trazendo novos e os já renomados talentos nacionais. Fomentando sempre a cultura pelos vários cantos do Brasil, e  premiando os autores integrantes de cada edição."

Se você perdeu a chance de prestigiá-la na Bienal esta é a sua chance! Também é uma excelente oportunidade de conhecer e homenagear nossos autores nacionais!


Saiba mais sobre a autora:
"Íntima das letras desde a infância, Josy Stoque tem formação em Publicidade e Propaganda e já atuou na área como redatora, roteirista, jornalista e assessora. Iniciou sua carreira de escritora em 2010, ao criar a saga sobrenatural Os Qu4tro Elementos, obra autopublicada e o primeiro sucesso da autora, levando-a a indicação do Prêmio Literário Anual Codex de Ouro 2013 e a tradução do primeiro volume para o inglês pela AmazonCrossing, em 2014. A escritora não parou por aí, publicou o new adult Insensatez, escrito com Gisele Galindo, e o conto de fadas Estrela – Em Busca do Amor Eterno em 2013, a trilogia erótica Puro Êxtase completa no ano seguinte, seu segundo sucesso de vendas, e o romance erótico policial Não Espere pelo Amanhã em 2015, livro que conquistou mais de 55 mil leituras no Wattpad, é bestseller na Amazon e ganhou casa editoral: Qualis (selo Divas)."
Site: www.josystoque.com


:)

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

A Jornada dos Livros

Cada vez que vou visitar meus pais acabo trazendo mais um pouco de meus livros. Embora já tenha duas estantes cheias aqui, ainda há vários alguns lá (e no apartamento de minha cunhada!).

Da última vez eu trouxe:


  1. The Count of Monte Cristo, Alexandre Dumas;
  2. Entre Assassinatos, Aravind Adiga;
  3. Frankenstein, Mary Shelley;
  4. Odisseia, Homero;
  5. Odisseia, Homero;
  6. O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde;
  7. Os Cus de Judas, António Lobo Antunes;
  8. Madame Bovary, Gustave Flaubert;
  9. Os Sofrimentos do Jovem Werther, J.W. Goethe;
  10. O Assassinato e Outras Histórias, Anton Tchekhov;
  11. No Caminho de Swann, Marcel Proust;
  12. As Intermitências da Morte, José Saramago;
  13. O Primo Basílio, Eça de Queirós;
  14. Grandes Esperanças, Charles Dickens;
  15. O Falecido Mattia Pascal, Luigi Pirandello;
  16. Os Malavoglia, Giovanni Verga;
  17. Cyrano de Bergerac, Edmond Rostand.
  18. O Homem que queria ser Rei e Outras Histórias, Rudyard Kipling.


Sim, eu tenho duas edições de Odisseia (pra ser sincera, acho que tem mais uma lá ainda). Este Frankenstein é em inglês e O Retrato de Dorian Gray é bilíngue.

Então foram dezoito livros que estavam fazendo falta. Adoro reler, namorá-los e sim, cheirá-los!

:)

domingo, 4 de outubro de 2015

A vida, o universo e tudo mais.

Ano passado eu disse que foi o meu pior ano de dor - neuralgia do trigêmeo -, e eu nunca imaginaria que 2015 seria ainda pior.

E ter perdido, em menos de três meses, duas das pessoas mais importantes de minha vida, além de ser um choque, me deixou sem chão.

Como você supero o baque de perder duas pessoas que foram essenciais para minha criação e formação de caráter? Duas das pessoas que mais amo?

Então o que eu tinha dito para algumas pessoas, de que este meu ano seria totalmente dedicado ao blog, me pareceu sem sentido.

Assim como escrever, no geral. Olhar para a folha ou tela em branco por um tempo considerável até perceber que não conseguiria escrever nada virou minha rotina.

Ou tentar escrever algo para homenagear estas duas pessoas magníficas. Nada será bom o suficiente, especialmente agora que me sinto quebrada, machucada, sem chão.

Ah, e a insônia... e a dor... meu corpo adora pregar peças. Ou é apenas mais uma prova de que o físico, emocional, etc., esteja interligado. Meu coração foi partido e todo o meu corpo acompanhou.

Enfim...