sábado, 4 de julho de 2015

50 fatos sobre mim - Parte 01 de 05

Fonte da imagem: CartoonStock
  1. Minha cor favorita é branco, desde sempre. Porém, sempre tive fases com cores. Quando morava com meus pais, já tive móveis cor-de-rosa (meninas do final dos anos 80 e comecinho dos anos 90, lembram destes móveis?!), paredes do quarto azuis durante alguns anos, verde durante outros; já fui de buscar roupas cor-de-rosa, só pretas, só brancas, só roxas, marrons e assim por diante. Na maioria das vezes, é inconsciente até eu reparar que ando monocromática demais.
  2. Agora casada, percebi que passei pela preferência em tons pastéis, por tons neutros - marrom, cinza, preto, branco, etc. -, e, curiosamente, por alguns objetos vermelhos. Nunca gostei de vermelho antes! Atualmente?! Unicórnio. *explicarei em outro post*
  3. Desde que eu possa me lembrar, meu irmão sempre foi "o cara mais legal do universo". Então gostava do que ele vestia, do que ouvia, do que assistia, e por aí vai. Talvez todo caçula passe por isso com seu irmão mais velho. Então eu tinha a alma extremamente girly, mas usava as camisetas que ele não queria mais, ouvia os álbuns que ele não gostava mais, e tudo que ele aceitasse compartilhar. A minha identidade, separada da dele?! Até hoje: unicórnios, fadas, arco-íris, sereias, Disney, tons pastéis, MPB, jazz, blues, corujas, livros de pintar e por aí vai. E tenho uma fé muito forte.
  4. Apesar de ser o mais menininha possível - ou 'garota tom pastel', como a mestra me chama -, eu tenho este lado que ama rock'n'roll, filmes de terror, já fui wiccan (mas é possível deixar de ser?), literatura de horror, e coisas que algumas pessoas definiriam como nojentas ou assustadoras.
  5. Não quis incluir no item 4 o fato de, desde que possa me lembrar, eu fui o que uma professora de Medicina Legal se referiu a "completamente fria no bom sentido". Não considero frieza - e nem ela -, mas é o fato de... ter estômago, talvez?!... lidar e talvez trabalhar com cenas de crimes, autópsias, psicopatas e todo este universo (vide minhas formações acadêmicas), fotos, vídeos, documentários, ler transcrições de confissões, relatórios de autópsias, os cheiros e tudo mais - não quero que alguém se sinta mal lendo isto aqui, então acho que vocês entenderam.
  6. E uma coisa meio polêmica entre algumas pessoas que conheço é a facilidade de empatizar com todos na situação, ou todos os lados. Cadê a polêmica?! Insira isto em minha área - investigação criminal, Criminologia, etc.
  7. Acredito que todo ser humano seja preconceituoso, mas tive uma pessoa durante um período da minha vida que tentou ao máximo me criar para não ter preconceito algum. Nem ela - muito menos eu sou - era livre de preconceitos, mas se esforçava ao máximo pra me ensinar a ser. Isso me fez ter que me esforçar muito pra entender alguns, ou demorar pra entender comentários e piadas enquanto crescia. Serei eternamente grata por isso.
  8. Aprendi a ler e a escrever antes de entrar na escola, e tenho facilidade em aprender. Se isso fez com que eu tirasse só 10/A?! Não, isso fez com que eu achasse a escola terrivelmente chata. E eu nunca fui uma criança popular, o que só piorava. Eu sempre fui de faltar até o limite, ou sair mais cedo sempre que podia. Adorava alguns professores e alguns amigos, mas todo o resto me estressava.
  9. Até que, há uns doze anos atrás, faltar e sair mais cedo não era uma opção. Começou com dezenas de médicos, exames e diagnósticos errados até a conclusão - nevralgia do trigêmeo. Consegui levar minha primeira (abandonada) e segunda graduação, acredito, sem contar para quase ninguém (afinal, quase todo mundo falta ou mata aula), mas na terceira não teve jeito. Eu precisava de apoio, especialmente da coordenação e dos professores. Alguns foram compreensivos, outros o oposto disso.  
  10. Da época do colegial até hoje sempre digo: "se gostasse de Biologia, faria Medicina para ser legista". Corrigindo, atualmente é "se já não tivesse as graduações anteriores...", "se fosse mais nova...", etc. Às vezes me pergunto: será que um dia irei me arrepender?!

:)

Um comentário:

Anônimo disse...

É sempre bom saber um pouco mais sobre você!
Beijos!!

Hanna