quarta-feira, 25 de março de 2015

A cunhada-amiga-irmã.

Sábado passado eu e a Ca olhávamos vitrines quando nos deparamos, exatamente ao mesmo tempo, com uma pulseira de miçangas. Foi amor à primeira vista... para as duas.

Não pensei duas vezes em deixá-la - e incentivá-la - a comprar a pulseira pra si. Coloquei em seu braço para experimentar, dei minha opinião sincera (ficou linda!) e me senti mais feliz do que se a tivesse comprado para mim.

E eu tenho certeza absoluta de que, se eu tivesse demonstrado real interesse - eu me apaixonei pela pulseira, mas minha empolgação não é visível em muitas das vezes -, ela faria exatamente o mesmo. Como quando entramos no mesmo provador e experimentamos as mesmas roupas.

Há algo engraçado nisso. Sábado ela disse que temos uma "pegada" diferente, e é verdade. Temos estilos bem distintos. Curiosamente, com certa frequência, nos apaixonamos pelas mesmas peças de roupas, os mesmos livros, as mesmas músicas, os mesmos filmes. E quase sempre por motivos diferentes!

Esta é minha cunhada. Porém, não apenas isso.

No segundo semestre fará oito anos que eu e meu marido estamos juntos, entre o primeiro encontro, namoro, noivado, casamento, enfim. E, certamente já mencionei aqui anteriormente que ele tem uma irmã, dois anos mais nova que eu.

Eu me dei conta que ganhei uma cunhada-amiga-irmã, exatamente nesta ordem. 

Fonte da imagem: Angju

Ela foi, pra mim, nesta ordem. Eu tive uma cunhada receptiva e paciente, depois uma amiga pras horas divertidas e, de repente, uma irmã pela qual sinto um amor incondicional. Somos confidentes, companheiras, parceiras de tequila (Arriba!). Choramos muito juntas mas, felizmente, rimos mais ainda. 

Nós TEMOS que contar as novidades, não importa a hora! E dividirmos roupas - e às vezes comprar igual! ;) Se não falamos "bom dia" de manhã, o dia não parece o mesmo. O mesmo com "boa noite". 

Eu preciso saber se ela chegou bem em casa (e, se possível, ver seu look antes dela sair).

Ela me incentiva a malhar, a dançar, a sair e eu a incentivo a... bem, ser ela mesma. Pois ela é minha cunhada-irmã-amiga incrível! 

Dizem que, quando casamos, ganhamos outra família - pai, mãe, cunhada... Bem, eu já considerava minha família bem antes (com tios, primos, cachorro...). Mas descobri este amor incondicional por minha IRMÃ que só se multiplica. Este desejo imensurável de que ela só tenha coisas boas na vida! E que Deus a continue iluminando, pois ela é uma das pessoas mais lindas e admiráveis que já tive o prazer de conhecer!

:)

segunda-feira, 23 de março de 2015

Menos é mais.

Eu sempre tive muitas coisas. MUITAS. Provavelmente pelos meus hobbies e interesses.

Amo ler (jura?) e encaro meus livros como meus bebês e como conforto, como um security blanket. Se eu sei que eles estão comigo, que eu posso sempre folheá-los de novo, relê-los, estou feliz. É como saber que sempre poderei voltar àqueles lugares que não deixam de ser, também, laresmeu lar. Portanto, imaginem o espaço que ocupam. Adoro música e ainda adoro possuir meus álbuns favoritos.

Também gosto de ter pequenas coisas, objetos, que representem alguma parte de mim mesma, algum traço de minha personalidade. Seja um pingente de bailarina - ou dois, ou cinco, ou vinte -, uma miniatura de unicórnio, uma caneca em teal (cor símbolo da nevralgia do trigêmeo).

E eu sou a louca da papelaria - e da livraria, como podem imaginar. Amo pintar, desenhar e, principalmente, escrever. Cadernos, lápis, canetas, diários... são os melhores presentes que eu posso ganhar (depois de livros e chás, é claro). Sou menininha, bem feminina, gosto destas coisas enfeitadas, com bichinhos, em tons pastéis. Adoro bichinhos de pelúcia, especialmente quando são lembranças de viagens, presentes de pessoas amadas ou unicórnios!

Se vocês contarem com roupas, sapatos e bolsas (minha obsessão por grande parte de minha vida!), imaginem quanto espaço físico ocupo!

Com todas as reflexões e mudanças que tenho feito recentemente - citadas aqui -, algo começou a me incomodar: tenho objetos na casa dos meus pais, no antigo apartamento de meu marido (hoje ocupado por minha cunhada-amiga-irmã) e aqui, em nosso lar há um pouco mais de um ano. Especialmente roupas, sapatos, e bolsas.

Então comecei, quando visitava meus pais, a olhar certos itens, começando por vestuários. E compartilhei no Instagram, como podem ver aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui

Além de sacos e mais sacos de roupas (esvaziando totalmente minha antiga cômoda) e, cerca de 45 pares de sapatos (!!!), ainda há coisas que minha mãe quis, por exemplo.

A maior recompensa foi a doação, especialmente por muita coisa ter ido para vítimas de enchentes. Não entreguei pessoalmente, não conheço ninguém e não levei crédito por nada. E, embora eu quisesse conhecê-los, não é reconhecimento que espero. É saber que tanta coisa que acumulados e deixamos de lado serão úteis para alguém.

Toda esta limpeza também deve-se ao fato de eu estar, aos poucos, mudando meu estilo. Não só em relação à moda, mas meu estilo de vida. Com algumas mudanças simples de roupa - trocar jeans, tênis e camiseta por vestidos, por exemplo -, nunca me senti exteriormente tão eu mesma.

Falarei mais sobre a sensação incrível de possuir menos, e ainda tenho um longo caminho a percorrer. Foi apenas o começo.

E, é claro, também tenho livros para indicar sobre o assunto nos próximos posts!

:)

Cadê o Quarto 217?!

Não quero ser repetitiva, pois sempre que fico um tempo sem atualizar o blog é pelo mesmo motivo - minha doença crônica. Entretanto, arrependi-me de minha decisão do final do ano passado de não dar-lhes uma explicação, por mais repetitiva que esta seja.


Justo quando decidi dedicar-me ao máximo ao blog, minha saúde se deteriorou. Aliás, ao mesmo tempo, queria fazer com que meu aniversário de 30 anos (sim, fiz 30!) fosse inesquecível e não foi, queria voltar a dançar e nem comecei, estou com dois projetos de novos hobbies - artesanatos - que mal saíram do papel, deixei amigos na mão... entre mil e uma coisas. #mimimi

Não foi somente a saúde, mas também um período de reflexão e caos em minha vida pessoal. Dá pra ter reflexão em meio ao caos?!

Minha intenção é transformar cada um dos motivos acima, e cada reflexão, em um post.

Eu li MUITO, o que é ótimo para o blog. E fiz achados incríveis em sebos. SÓ falta escrever. Parece piada, não?!

Mas as coisas estão se ajeitando e, enquanto estou tentando dar um jeito no apartamento há tanto negligenciado, anoto ideias e termino posts começados. 

Uma rede social, porém, que tenho conseguido manter ativa é constante, é o Instagram





 photo recite-coit88_zpsfnzie53a.jpg

A inatividade das outras irá mudar, fiquem tranquilos.

Por enquanto, agradeço enormemente a paciência, o carinho e a confiança de cada um de meus parceiros.

E a de vocês, leitores e amigos.

:)

terça-feira, 10 de março de 2015

Li: A Verdadeira Bela, de Li Mendi

Observação: como eu ganhei este livro no sorteio do blog Relíquias, este não é um post de parceria.


A Verdadeira Bela

Li Mendi.

ISBN: 9788566340112
Ano: 2013 / Páginas: 159
Idioma: português
Editora: Editora Highlands


Nicole está prestes a entrar para uma agência de publicidade famosa e lá enfrentará o conflito entre a auto-imagem e a visão distorcida dos seus colegas a seu respeito. A pressão psicológica que acontece com bullying nas redes sociais será vencida por um grande amor, que surge para fortalecê-la e protegê-la de todos os preconceitos.
Fernando é admirado por seu dinheiro e poder, mas, no fundo, luta contra uma secreta baixa auto-estima. Com medo da própria imagem que forma no olhar do outro, ele se critica e se fecha. Até que um dia seu caminho se choca com o de Nicole e os dois aprendem juntos que o amor não é cego. Ele vê com clareza o que nem todos veem: a verdadeira beleza completa do ser amado.
Com muito bom humor, este livro irá tomá-lo do começo ao fim e envolvê-lo em uma estória que fala de um homem tentando entender o seu passado e de uma garota lutando pelo seu futuro. De repente, os dois se veem um de frente para o outro e descobrem a essência de um amor eterno.


Ganhei o A Verdadeira Bela em novembro, em um sorteio, como dito acima, com dedicatória da autora e marcador autografado (veja aqui detalhes e fotos). E eu o li de uma só vez, sem pausa. É uma leitura leve e gostosa.

É um livro romântico, divertido, quente e, devo acrescentar, fofo!

Ora sob o ponto de vista da Nicole, ora sob o do Fernando, o leitor vai descobrindo as inúmeras facetas que envolvem o encontro aparente casual dos dois.

Para os fãs de romances românticos, é uma ótima pedida. Ainda mais para quem acredita em amor à primeira vista, destino e um romance que pode durar a eternidade!

É doce e encantador!

:)