quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Kindle: primeiras impressões


Um dos presentes de Natal que ganhei de meus pais foi um Kindle, chamado Raquel. Durante anos eu briguei internamente com a vontade de ter um e-reader e a decisão de absolutamente não ter.

Quando eu vi pela primeira vez o primeiro Kindle na Amazon.com, eu quis desesperadamente. Parecia que minhas preces de leitora com frequentes dor nas costas e estouradora de bolsas por carregar livros pesados para todos os lados tinham sido atendidas.

Entretanto, parte de mim abominava a ideia de deixar de lado os livros físicos.

Durante todos estes anos eu entrava em livrarias e testava o Kindle, depois o Kobo, mais recentemente o Lev e até o iPad surgiu em minha mente como opção. E sempre era não, não, não e não. Deixava-os de lado e corria para o paraíso dos livros impressos.

Nada havia mexido comigo - preço, funcionalidade, tamanho, etc.

Eis que, em uma tarde com tempo livre em uma loja, encontro um representante do Kindle sozinho e com aparentemente muito tempo livre também. E ele chama um vendedor da livraria apaixonado por seu - já segundo - Kindle.
Enquanto conversávamos - coitados de meu marido e minha cunhada que ficaram esperando! -, deixaram em minhas mãos um Kindle Paperwhite. Mexi em todas as funções possíveis e imagináveis, e até li algumas páginas do livro aberto no aparelho.
Saí de lá decidida - preciso de um desses pra mim.

Meu marido iria me surpreender em meu aniversário, mas meu pai saiu na frente! ;)

O que eu posso dizer é que nunca foi minha intenção substituir os livros físicos, muito menos me desfazer dos que tenho. Assim como não consigo me imaginar sem escrever à mão, não dá pra viver sem livros (o cheiro, o peso, a textura... tudo é importante!). Inclusive ganhei livros em dezembro! *yay!*

Porém, já posso afirmar que tem quebrado um galho enorme. Nestas últimas semanas passamos por várias cidades (só nós e minha cunhada moramos aqui na cidade, o restante de nossas famílias moram em outros lugares) por causa das Festas, e já consegui ler diversos livros nele.

Pude ler com a luz apagada sem atrapalhar ninguém, e viajar de um lado para outro sem peso extra de livros na mala! Até li um pouco em shoppings durante as compras loucas de Natal!

Raquel é um Kindle Paperwhite com Wi-Fi - não senti a necessidade de 3G -, com uma capa de couro oficial cor-de-rosa, e já tem quase 240 livros, incluindo os que a Josy Stoque me presenteou pela parceria! Ela é rápida, não é temperamental e está sempre comigo.

Mais informações e o motivo de seu nome contarei nos próximos posts!

:)

2 comentários:

Anônimo disse...

ai que máximo! adorei o post!!!
um super beijo e boa leitura
hanna

Garota no hall disse...

Meu tablet também tem capa rosa, mas só porque já veio junto. Não sou fã de rosa, mas também não vou me desfazer dela.