quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Random Shirt of the Day #01

Sou louca por camisetas - e blusinhas e afins, daí a escolha do título -, então resolvi mostrar uma por semana aqui, ou com a história dela, fatos curiosos, ou até onde encontrá-las (não é um publipost!!!).

A primeira eu comprei em julho de 1999, em minha primeira viagem para a Flórida!  



Comprei, é óbvio, na gift shop do Hard Rock Cafe e, por incrível que pareça, ainda me serve. Os detalhes de leopardo - ou leopard print, se preferirem - são peludinhos, as letras bordadas em dourado e branco (tem um CAFE em branco abaixo do Hard Rock, não sei se está completamente visível). Não me peçam para dar maiores detalhes pois realmente não entendo do assunto (isso é um blog pessoal, não de moda, então é completamente despretensioso).  

Nessa viagem eu resolvi comprar uma camiseta de cada lugar que eu fosse, e queria as mais diferentes que encontrasse, uma vez que sempre via as pessoas no Brasil com as mesmas camisetas da Disney, da Universal e do Hard Rock (várias falsificadas também). Depois eu mudei de idéia sobre souvenir, o que voltarei a dizer em posts específicos.

Quis que essa fosse a primeira já que considero inacreditável TODAS (ok, menos a que minha cachorra destruiu) as blusinhas e camisetas que comprei em 1999 estarem em ótimo estado e me servirem!

Informações:
Address: Hard Rock Cafe Orlando 6050
Universal Boulevard Orlando, FL 32819

Observação: Usei o filtro do Photoshop - X Pro II - simplesmente por não gostar da mistura de cores com o fundo - e no momento não tinha outro. Mas ela é preta, com leopard print, acho que deu pra ter uma ótima idéia, não?!

:P

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Tribunal do Júri: a luta do Bem contra o Mal

Uma das primeiras lições aprendidas no curso de Jornalismo é que não existe algo como ser totalmente neutro. A hipocrisia - mesmo que não proposital - da mídia em querer soltar algumas frases no meio de alguma reportagem como "eles ainda são apenas acusados, não podemos condená-los antes do júri", "são réus, não necessariamente culpados" não esconde o fato de que sempre há um pré-julgamento sim, e quase sempre - se não na totalidade - favorecendo a acusação.

Pois veja, no circo midiático não há um Ministério Público que busca o melhor para a população, buscando o interesse geral. Há uma defesa e uma acusação (na qual a mídia muitas vezes inclui até o juiz), sendo o advogado de defesa o bandido, o "como ele tem coragem de defender esse monstro?!" e o promotor o mocinho que fará JUSTIÇA!

 

A mídia cria uma novela em cima de casos considerados polêmicos - considerados geradores de ibope, uma vez que há casos muito mais polêmicos por aí - praticamente irresistível de não assistir, a luta de mocinho e bandido, "quem será que vence dessa vez, o Bem ou o Mal?". Na imprensa a balança da Justiça nunca estará equilibrada. E a grande massa nem faz idéia.

:/  

terça-feira, 20 de novembro de 2012

I need a sweet distraction... Wait, sweet?

Durante as últimas semanas, passei algumas madrugadas muito mal por causa da NT. Algumas não, todas. Acredito que não consegui dormir em nenhum dia antes das 5h, 6h, 7h da manhã.

Em uma madrugada, depois de muitos medicamentos e muitas tentativas de distrações, resolvi tentar ler (o que não é algo fácil nesse estado). Eram quatro horas da manhã quando examinei algumas opções:


Resolvi tentar ler alguns (ou pelo menos um) conto do livro Irish Ghost Stories, um verdadeiro achado - mais de mil e cem páginas de histórias e autores que não conhecia, e acredito que paguei cerca de R$19,90 na época!


Comecei pelo The Haunted Cellar, de Thomas Crofton Croker:

 

Decidi esperar para fazer resenhas cada vez que terminar todos os contos de determinado autor (são separados assim)!

E, ler depois de tomar medicamentos fortes não me dá muito o que dizer, me desculpem. Com certeza terei que reler tudo de novo (o que não é algo necessariamente ruim).

E vocês, o que gostam de ler durante as noites de insônia?

:)

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Jogos Vorazes - o filme


Tenho uma confissão a fazer – só assisti ao filme Jogos Vorazes pela primeira vez semana passada. *antes tarde do que nunca!*

Quando eu comecei a ler/assistir sobre a trilogia da Suzanne Collins e do filme, admito que fiquei muito intrigada. Entretanto, um making of no canal E! contou logo de início o final do filme – tudo bem que é um pouco óbvio -, e resolvi parar de ver qualquer coisa relacionada. Por fim, acabei me esquecendo temporariamente de tudo o que envolvia o filme e, consequentemente, os livros.

Pois bem, estava em mais uma de minhas noites de insônia+ansiedade+dor (sem mimimi hoje, prometo!) quando resolvi, finalmente, assistí-lo.

A minha impressão de imediato foi ficar boquiaberta. Amei a idéia, o conceito, a crítica feita no enredo. A fotografia é linda e a história ultrapassa o triângulo amoroso adolescente óbvio e tedioso que cada vez tem sido mais comum.


Uma sociedade absolutamente controlada pelo pão e circo, pelo medo que, ao mesmo tempo, por mais que saibam do que está em jogo não conseguem desgrudar um segundo do reality show sangrento não nos parece tão distante assim.

Ser movido pela fome e pelo medo... por mais que Panem seja uma visão arrepiante, a proximidade com a realidade é o que mais intriga.



Peeta Mellark: I just keep wishing I could think of a way to show them that they don't own me. If I'm gonna die, I wanna still be me. Does it make any sense?


Eu não quero dar nenhum spoiler, apenas direi que muitas das impressões tidas no filme – sobre os personagens, a sociedade, os jogos, etc. - serão diferentes das do livro. E não é algo ruim. ;)

Imediatamente após eu terminar de assistir ao filme, comprei a trilogia da Suzanne Collins!


:)
Fonte da imagem: Tumblr

Comportamentos intrigantes - Parte 01

Eu sempre quis saber se algumas pessoas são inconscientemente hipócritas ou realmente sabem de suas próprias contradições. Uma coisa é você mudar de opinião, algo que acontece com todos e não há nada de errado nisso. E eu abraço as mudanças.

Todavia a cada dia observo mais pessoas que criticam algo, mas fazem exatamente o mesmo. E, com a popularização das redes sociais, percebemos mais claramente o fato entre pessoas que conhecemos.  

Um exemplo singelo:
Raramente vejo algum jogo de futebol – eles me deixam nervosa -, e no máximo vez ou outra sei a colocação do “meu time” (o favorito de minha família inteira, e coincidentemente o que meu namorado torce, então foi mais uma consequência daquela que já tentou entender o jogo – desconcentrando o namorado paciente para explicar mil vezes a mesma regra bem no meio de uma partida importante – do que uma escolha consciente).

Porém, este time é alvo de piadas frequentes – e aqui de novo as redes sociais têm grande destaque - e nunca me importei, embora me incomodem sim comentários preconceituosos, racistas, que ofendem pessoas e não o “time” em si ou apelam para a violência (e isso vale também para religião, política e qualquer outro tópico de discussão).

Voltando à hipocrisia: vi várias postagens em diversas redes acerca de um resultado de jogo e rebaixamento de um time (que não é o meu e confesso que mal entendo o que “rebaixamento” signifique neste caso). Comentários do tipo: Eu não torço para o time x mas, diferente de algumas pessoas, não irei fazer piadas ou apelar, pois sei ser torcedor(a) sem partir para a violência ou humilhar, etc..

Até aí tudo bem, e a pessoa “falou bonito”, não?

Entretanto, a mesma pessoa, exatamente no mesmo dia, estava xingando, ofendendo e fazendo piadas de extremo mau gosto sobre outro time adversário.

É este tipo de hipocrisia que tenho uma dificuldade enorme de entender. Falar mal do time e dos torcedores do time y pode, mas do time x não?

Sinceramente, pouco me importa o futebol. Como eu disse, é o raciocínio que me intriga.
Em relação ao tópico em questão é o tipo de hipocrisia que menos me abala.  

E voltarei a falar mais sobre esse tipo de comportamento por aqui. Quem sabe alguma alma – se é que alguém ainda acompanha o blog – me ajuda a compreender a lógica por trás de alguns comportamentos humanos.

:)